Por Paulo César

O vereador Teles Júnior (PMN) fez uma defesa do governador Ronaldo Caiado (DEM), em discurso na tribuna nesta terça-feira (3.set), em contraponto às críticas levantadas por colegas, sobretudo na área da saúde.

Teles iniciou seu discurso dizendo que recebeu com a alegria a notícia de que o governo estadual quitou a dívida de R$ 1,6 bilhão, herdada da gestão passada, relativa à folha de pessoal do mês de dezembro de 2018.

“O Caiado não deve nenhum centavo da folha de dezembro, uma dívida que foi herdada do governo anterior. Lembrando que servidores da saúde não entraram nesse escalonamento desde o início”, disse o vereador.

Segundo ele, Caiado tem resolvido problemas herdados também na saúde, como os casos do Materno Infantil e Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo) – ambos corriam o risco de fechar as portas. “Em sete meses a atual gestão abriu mais de 50 leitos de UTI”, completou.

Teles Júnior disse que entende que há falhas, mas é preciso levar em conta que o atual governo segue pagando dívidas antigas, algumas ainda de 2017. “Para subir na tribuna e falar da saúde é preciso fazer um relatório verídico”, completou.

Para o vereador, o fato de o governo estadual passar por dificuldades não significa que o prefeito Roberto Naves (PTB) deixou de executar ações importantes na área da saúde, sempre preocupado em beneficiar a população, com inauguração de unidades básicas e da UPA com Perfil Pediátrico.

“A saúde municipal continua dentro de um planejamento. O lançamento do novo hospital municipal, por exemplo, será um marco para a nossa cidade”, prosseguiu.

Teles também falou de auditorias que o governo Ronaldo Caiado tem feito em diversos órgãos estaduais, como Codego e Vapt Vupt. “Aí vem [aqui no plenário] propor CPI da Saúde. Tem que obedecer às atribuições regimentais”.

Ele citou outras ações promovidas por Caiado em Anápolis, como a liberação de parte da área da Plataforma Logística Multimodal para instalação de empresas, anuncio de construção de escolas e apoio à Expo Anápolis, a feira realizada pela Acia.

“O parlamento não é parque de diversões para menino ficar brincando e chorando. Tem que trazer coisas sérias”, completou Teles.

Texto: Marcos Vieira/Foto: Ismael Vieira

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